Este é um exame que analisa a atividade elétrica cerebral, que é captada por meio de eletrodos colocados sobre o couro cabeludo. O eletroencefalograma com mapeamento cerebral gera uma atividade elétrica capaz de ser registrada pelos médicos.

O procedimento amplifica a corrente elétrica e é capaz de aumentar em milhares de vezes os sinais elétricos gerados no cérebro humano, por meio de um dispositivo chamado galvanômetro. Os sinais são registrados em forma de ondas em um gráfico.

O eletroencefalograma com mapeamento cerebral serve para realizar o diagnóstico de uma série de doenças cerebrais, analisando principalmente as topografias de epilepsias. É considerado o exame de maior importância para neurologistas da comunidade brasileira e também mundialmente, desde que surgiu em 1929. O procedimento foi descoberto e aplicado pelo psiquiatra alemão Hans Berger.

O exame é bem rápido, não causa dor e nem é invasivo. Resumidamente, eletrodos são colocados no couro cabeludo do paciente e estes geram correntes elétricas. Estas correntes são registradas em um gráfico em forma de ondas e, assim, o médico consegue avaliar a atividade elétrica cerebral, percebendo alterações e podendo determinar, com clareza, quais funções cerebrais estão sendo prejudicadas.

O eletroencefalograma com mapeamento cerebral registra um verdadeiro mapa da atividade cerebral, sendo um dos exames mais importantes da neurologia, com resultados certeiros sobre doenças cerebrais.